Imag Medicina Diagnóstica

Osteoporose

Também conhecida como: osteoporose, ossos frágeis, perda de massa óssea, fraqueza óssea, enfraquecimento dos ossos

Por Redação Imag · atualizado em 10/08/2026

Exames que investigam

O médico define quais são necessários no seu caso.

Em resumo

A osteoporose é uma doença em que os ossos ficam mais frágeis e porosos, aumentando o risco de fraturas. Ela é silenciosa: na maioria das vezes não dá sintomas até acontecer a primeira fratura. O exame que avalia a saúde dos ossos é a densitometria óssea (DEXA), que gera o T-score — valores iguais ou menores que -2,5 sugerem osteoporose. Exames de sangue, como cálcio e vitamina D, ajudam a investigar as causas. Este texto tem caráter educativo e não substitui a consulta médica: o diagnóstico e o tratamento são definidos pelo seu médico.

O que é a osteoporose

Os ossos são tecidos vivos, que estão sempre se renovando. Ao longo da vida, o corpo retira osso antigo e forma osso novo. Quando essa reposição não acompanha a perda, os ossos vão ficando menos densos e mais frágeis. É isso que caracteriza a osteoporose: redução da massa óssea e da qualidade do osso, deixando-o mais poroso e propenso a quebrar.

As fraturas mais comuns acontecem no quadril, na coluna e no punho, mas podem ocorrer em outros locais. Uma fratura de quadril, por exemplo, pode afetar bastante a mobilidade e a autonomia de uma pessoa idosa, por isso a prevenção e o acompanhamento fazem tanta diferença.

Por que é silenciosa (sintomas)

A osteoporose costuma não provocar sintomas enquanto o osso vai enfraquecendo. Muitas pessoas descobrem a doença apenas quando sofrem uma fratura por um trauma leve — uma queda da própria altura, por exemplo. Por isso ela é conhecida como uma doença silenciosa.

Alguns sinais que podem chamar a atenção com o tempo:

  • Perda de altura ao longo dos anos;
  • Dor nas costas, que pode indicar a fratura de uma vértebra;
  • Postura mais curvada ou encurvamento das costas;
  • Fraturas por pequenos esforços ou quedas leves.

Como esses sinais aparecem tarde, avaliar a saúde dos ossos antes da primeira fratura é uma forma importante de cuidado.

Fatores de risco

Alguns fatores aumentam a chance de desenvolver osteoporose:

  • Idade avançada — a perda de massa óssea é natural com o tempo;
  • Menopausa — a queda do estrogênio acelera a perda óssea nas mulheres;
  • Histórico familiar de osteoporose ou fraturas;
  • Baixo cálcio e vitamina D na alimentação e no organismo;
  • Sedentarismo e pouca atividade física;
  • Tabagismo e consumo excessivo de álcool;
  • Uso prolongado de corticoides e algumas doenças (como alterações da tireoide).

Ter um ou mais desses fatores não significa que a pessoa terá osteoporose, mas indica que vale conversar com o médico sobre a necessidade de avaliação.

Osteopenia x osteoporose

É comum ouvir falar em osteopenia e ficar em dúvida sobre a diferença. As duas se relacionam à densidade dos ossos, medida pela densitometria:

  • Osteopenia: densidade um pouco abaixo do normal, com T-score entre -1 e -2,5. É um estágio intermediário, um sinal de alerta para reforçar os cuidados.
  • Osteoporose: perda mais acentuada, com T-score igual ou menor que -2,5, e maior risco de fratura.

A osteopenia não significa que a pessoa vai obrigatoriamente evoluir para osteoporose. Com acompanhamento e hábitos saudáveis, é possível cuidar da saúde dos ossos. Quem interpreta esses valores e orienta os passos seguintes é o médico.

Como é feito o diagnóstico (densitometria óssea/DEXA, T-score; cálcio e vitamina D)

O exame de referência para avaliar a densidade dos ossos é a densitometria óssea, também chamada de DEXA. É um exame simples, rápido, indolor e que usa uma dose muito baixa de radiação. Em geral, mede a densidade na coluna e no quadril, regiões importantes para estimar o risco de fratura.

O resultado é expresso pelo T-score, que compara a densidade dos seus ossos com a de um adulto jovem saudável:

  • Acima de -1: densidade considerada normal;
  • Entre -1 e -2,5: osteopenia;
  • Igual ou menor que -2,5: osteoporose.

Além da densitometria, o médico pode solicitar exames de sangue, como cálcio e vitamina D, entre outros, para ajudar a investigar causas da perda óssea e a acompanhar o tratamento. Esses exames não fecham o diagnóstico sozinhos: eles compõem o quadro que o médico avalia em conjunto com sua história e seu exame clínico. A leitura dos resultados é sempre do médico.

Na Imag, a densitometria óssea (DEXA) e os exames laboratoriais de cálcio e vitamina D estão disponíveis nas duas unidades, em Vitória de Santo Antão e em Igarassu.

Prevenção e tratamento

Boa parte dos cuidados com os ossos envolve hábitos que podem ser adotados no dia a dia. De forma geral, costumam ser recomendados:

  • Cálcio na alimentação, presente em leite e derivados, folhas verde-escuras e outros alimentos;
  • Vitamina D, importante para o corpo aproveitar o cálcio;
  • Exercícios físicos regulares, especialmente os que trabalham força e equilíbrio, ajudando também a prevenir quedas;
  • Evitar o cigarro e o consumo excessivo de álcool;
  • Cuidados para reduzir o risco de quedas em casa, como boa iluminação e pisos seguros.

Quando há osteoporose ou risco elevado de fratura, o médico pode indicar medicamentos específicos. A necessidade, o tipo e a duração desses remédios são sempre definidos pelo médico, de acordo com cada caso. Suplementos de cálcio e vitamina D também só devem ser usados com orientação profissional.

Quando fazer a densitometria (grupos de risco)

A indicação da densitometria óssea é individual e deve ser feita pelo médico. De modo geral, costuma ser considerada para pessoas com maior risco, como:

  • Mulheres após a menopausa, principalmente com outros fatores de risco;
  • Pessoas mais velhas, homens e mulheres, conforme a orientação médica;
  • Quem já teve fratura por trauma leve;
  • Pessoas em uso prolongado de corticoides ou com doenças que afetam os ossos;
  • Quem tem histórico familiar de osteoporose ou fraturas.

O intervalo para repetir o exame também é definido pelo médico, de acordo com o resultado e o acompanhamento.

Quando procurar o médico

Procure orientação médica se você:

  • Percebeu perda de altura ou mudança na postura;
  • Tem dor persistente nas costas;
  • Sofreu uma fratura após uma queda leve ou pequeno esforço;
  • Faz parte de um grupo de risco e ainda não avaliou a saúde dos ossos.

O médico é quem pode avaliar seu caso, indicar os exames adequados, interpretar os resultados e definir o melhor cuidado para você.

Perguntas frequentes

Qual exame detecta osteoporose?

O principal exame é a densitometria óssea, também chamada de DEXA. Ela mede a densidade dos ossos, geralmente na coluna e no quadril, e fornece o T-score, que ajuda o médico a avaliar se há osteopenia ou osteoporose. Na Imag, esse exame está disponível nas unidades de Vitória de Santo Antão e Igarassu.

O que é o T-score?

O T-score é o valor usado na densitometria óssea para comparar a densidade dos seus ossos com a de um adulto jovem saudável. Valores acima de -1 são considerados normais; entre -1 e -2,5 indicam osteopenia; e iguais ou menores que -2,5 sugerem osteoporose. A interpretação é sempre feita pelo médico.

A osteoporose tem sintomas?

Na maioria das vezes, a osteoporose é silenciosa e não causa sintomas até acontecer a primeira fratura. Com o tempo, pode haver perda de altura, dor nas costas por fratura de vértebra e postura mais curvada. Por isso, avaliar a saúde dos ossos antes de uma fratura é tão importante.

Qual a diferença entre osteopenia e osteoporose?

As duas se referem à densidade dos ossos medida pela densitometria. A osteopenia é uma redução mais leve (T-score entre -1 e -2,5) e funciona como um sinal de alerta. A osteoporose é uma perda mais acentuada (T-score igual ou menor que -2,5), com maior risco de fratura. O médico avalia o resultado e orienta os cuidados.

A densitometria óssea dói ou usa muita radiação?

Não. A densitometria óssea (DEXA) é um exame simples, rápido e indolor, que usa uma dose muito baixa de radiação. Em geral, não exige preparo especial, mas as orientações específicas do seu exame devem ser confirmadas no agendamento.

Cálcio e vitamina D previnem a osteoporose?

Cálcio e vitamina D são importantes para a saúde dos ossos e costumam fazer parte da prevenção e do tratamento, junto com exercícios e hábitos saudáveis. Exames de sangue de cálcio e vitamina D ajudam a investigar causas e acompanhar o quadro. O uso de suplementos e medicamentos deve ser sempre definido pelo médico.

Seu médico pediu um exame? Agende na unidade mais perto de você.

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Conteúdo informativo. Não substitui consulta médica.